Por que a capacitação em FortiOS será essencial para as equipes de cibersegurança em 2026
- Katia Cristina Cardoso Blanco
- 19 de jan.
- 2 min de leitura

A cibersegurança deixou de ser apenas uma área de suporte para se tornar um pilar estratégico do negócio. Em 2026, com ambientes cada vez mais distribuídos, adoção massiva de cloud, crescimento do trabalho remoto e ataques mais sofisticados, equipes de segurança precisarão dominar não apenas conceitos, mas plataformas específicas. Nesse cenário, a capacitação em FortiOS se consolida como uma das mais relevantes para profissionais e times de cybersecurity.
O novo cenário de ameaças exige domínio de plataformas, não apenas teoria
Os ataques cibernéticos evoluíram em velocidade superior à capacidade de muitas organizações responderem. Ransomware como serviço, ataques baseados em IA, exploração de múltiplas superfícies e falhas humanas continuam entre os principais vetores de risco.
Em 2026, as empresas não buscarão apenas profissionais “generalistas”, mas especialistas capazes de operar, configurar, monitorar e responder incidentes diretamente em ambientes reais, especialmente em soluções amplamente adotadas no mercado corporativo.
É nesse ponto que o FortiOS se torna essencial.
FortiOS: o coração da arquitetura de segurança moderna
O FortiOS é o sistema operacional que integra o ecossistema de segurança da Fortinet, presente em firewalls, soluções de SD-WAN, Zero Trust, Secure Access Service Edge (SASE) e segurança em nuvem.
Capacitar equipes em FortiOS significa prepará-las para:
Gerenciar políticas de segurança de forma centralizada
Configurar e operar firewalls de próxima geração (NGFW)
Implementar segmentação de rede e Zero Trust
Monitorar tráfego, detectar ameaças e responder incidentes
Integrar segurança on-premises, cloud e ambientes híbridos
Em outras palavras, é capacitação prática para os desafios reais das empresas.
Por que a capacitação em FortiOS será ainda mais crítica em 2026
1. Crescimento da complexidade dos ambientes corporativos
As infraestruturas estão cada vez mais híbridas e distribuídas. Profissionais precisarão dominar ferramentas que unifiquem segurança, rede e visibilidade e o FortiOS cumpre esse papel.
2. Escassez de talentos qualificados em cibersegurança
O “skills gap” em cybersecurity continuará crescendo. Empresas priorizarão profissionais certificados e treinados oficialmente, capazes de gerar valor imediato.
3. Pressão regulatória e compliance
LGPD, normas internacionais e exigências de auditoria tornam indispensável o correto uso e configuração de soluções de segurança reconhecidas globalmente.
4. Valorização profissional e empregabilidade
Certificações baseadas em FortiOS, como as da trilha NSE, seguem entre as mais valorizadas do mercado, tanto no Brasil quanto internacionalmente.
Treinamento oficial: por que faz diferença
A capacitação oficial em FortiOS não é apenas sobre obter um certificado. Ela garante que o profissional ou a equipe:
Aprenda com conteúdo atualizado e alinhado às versões mais recentes
Desenvolva habilidades práticas com cenários reais
Reduza erros operacionais e riscos de configuração
Padronize conhecimento dentro da equipe
Tenha reconhecimento formal no mercado
Para empresas, isso se traduz em menos incidentes, maior eficiência operacional e melhor retorno sobre investimento em segurança.
Conclusão: investir agora é estar preparado para 2026
A pergunta não é mais se a capacitação em FortiOS é importante, mas quando sua equipe estará pronta. Em um mercado onde a segurança digital é decisiva para a continuidade dos negócios, investir em treinamento oficial deixa de ser custo e passa a ser estratégia.
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